Dia da criança

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com Instagram: @prof.antoniooliveira

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com *** Nossos lixões podem conter objetos ainda em condições de uso, ou de reciclagem. Isso, tratando-se de lixo propriamente, pois nossos rios nem mais correm, se arrastam e arrastam dejetos e detritos, plásticos e substâncias tóxicas assassinas de cardumes inteiros, toda sorte de poluentes que se grudam ou se prendem a outras imundícies. Ontem tietês vivos, hoje tietês mortos. “Morte e Vida Severina”, de certa forma, pois ali também o rio morreu de sede. Esta pergunta foi a vencedora num congresso sobre vida sustentável: "Todos nós pensando em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensaremos em deixar filhos melhores para o nosso planeta?" Uma boa pergunta, principalmente no Dia da Criança. Nossa infância, feliz ou não, é um grude que nunca se desprende de nós, nem com o tempo. Infância é sempre uma referência. Criança de rua, criança sem teto ou criança mimada. De Jesus foi dito que ele crescia em idade, em graça e em sabedoria perante Deus e os homens. Quando, consciente ou inconscientemente, o adulto mergulha no fundo do mar de sua infância, contempla ora peixinhos a nadar ora monstros marinhos ora piranhas ora tubarões. Aquele tempo, quando o adulto de hoje era criança, lembra o que o apóstolo Paulo disse de si mesmo que, quando ele era menino, sentia como menino, falava como menino, agia como menino; quando chegou a ser homem feito, desistiu das coisas próprias de criança. Mas, ao menos de uma forma embaçada, obscura, o cenário de nossa infância não desgruda de nós, pois não há como retirá-lo do palco de nossas vidas. A memória, mais ou menos prontamente, deve responder aos chamados do tempo presente. Tempo presente, sobretudo para nossos filhos, netos, bisnetos, para todas as crianças deste conturbado mundo de Deus. Crianças que ainda não sabem de política, corrupção, nem do mundo dos adultos, que dizem ser de progresso. A praia das crianças é outra. Ainda bem... Que felicidade!  

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Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

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