Giba Lavras Giba Lavras Ex-integrante da Seleção Paulista e Brasileira de Handebol Ministra a palestra “Educar é Conviver” e dá aulas no Curso Positivo *** A educação é, atualmente, o principal fator migratório dos jovens do interior para as capitais. Isso acontece geralmente entre os 15 e 18 anos, quando os estudantes estão se aproximando do vestibular e visam estudar em uma boa universidade. Muitos alunos deixam as famílias e migram sozinhos, começando uma nova vida independente e cheia de decisões para tomar. É um grande marco de transformação da adolescência para a fase adulta. Esse fenômeno de migração estudantil faz com que as salas de aula dos cursos pré-vestibulares das capitais tenham, cada vez mais, uma mistura de alunos oriundos de diversos lugares do país e que precisam aprender a conviver com pessoas de diferentes culturas - o que gera um ganho de maturidade muito positivo pois, assim como na natureza prevalece a biodiversidade, a heterogeneidade das pessoas é fundamental para o desenvolvimento individual. Na sala de aula, muitas vezes o aluno tem receio de falar, por ter sotaque ou por medo de estar fazendo uma pergunta não pertinente - tipo de pergunta que não existe, uma vez que todo questionamento favorece o conhecimento. O professor deve estar preparado para receber essa turma tão diversificada e ajudar - principalmente esses alunos tímidos - a não terem vergonha de sua cultura. O contato com a família também é imprescindível, pois ela sempre vai torcer pelo estudante e tentar ajudá-lo. Mas, é preciso tomar cuidado para que esse apoio não torne-se uma pressão a mais para o vestibulando. Muitas vezes, os pais acham que estão ajudando, contando para o filho que se privaram de algo ou se submeteram a alguma situação difícil para que ele estudasse, e acabam colocando um fardo a mais no estudante. Outra situação recorrente é a surpresa dos pais ao descobrirem que o rendimento do filho não está sendo o esperado. Exemplificando, o adolescente era um ótimo aluno em sua escola, na cidade em que morava, mas quando enfrenta a competição de centenas de outros estudantes com o mesmo objetivo - passar no vestibular -, acaba se saindo mal, gerando uma decepção para ele mesmo e para a família. A família precisa entender que o ambiente mudou e o estudante ainda precisa se adaptar com sua nova realidade. Então, é importante que os pais não se decepcionem com esses resultados iniciais. Não devemos deixar que o sentimento de nossas fraquezas nos faça perder a certeza das nossas forças. Sabendo que vocação é a felicidade de exercer o ofício da paixão; siga seus sonhos, lute por suas metas e dê sempre o seu melhor. Se o melhor é possível, o bom não é suficiente.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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