Uma figura esquecida

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com Instagram: @prof.antoniooliveira

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com *** Refiro-me àquele que abre covas para enterrar os mortos. Que é aquele que põe uma última pá de cal sobre as nossas vaidades e pretensões; aquele que contribui para a queda de uma instituição, por exemplo, coveiro da monarquia; aquele que desafia, depois de mortos, imperadores e poderosos. O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, não quer ser “o prefeito coveiro”. Estão fechadas ao público, em tempos de coronavírus, as capelas ou câmaras-ardentes, onde se realiza um velório ou onde se deixa o falecido até a hora do enterro. O nome tem a ver com as velas acesas. Esse assunto é lúgubre, como lúgubre é o confinamento que estamos vivendo e as mortes que estão ocorrendo. Lúgubre, mas real. Nem o mar nem a maré estão pra peixe. Na instalação solene da Constituinte, aos 2 de fevereiro de 1987, em Brasília, um garoto maltrapilho, caixa de engraxate a tiracolo, fura os cordões de isolamento. Inquirido pelos repórteres sobre o que esperava da Constituinte, responde, na expectativa de uma constituição cidadã: – PÃO!... A figura do engraxate está em extinção. Hoje se usa tênis até com gravata. Antigamente se dizia “quede” e era usado por esportistas. Era abotinado e de lona. Quanto ao “pão”, continuam atuando os fazedores de covas, profissionais ou não, que enterram gente morta de fome depois de uma vida “severina”. Desses, a ação do coveiro precede à cobertura de uma cova rasa, com palmos medida, se tanto. Daqueles, precede à construção de suntuosos mausoléus. Do Estatuto Universal do Homem e da Mulher consta esta cláusula pétrea: “Ao pó tornarás”. No sepultamento de um ilustre cidadão, o coveiro foi longamente focalizado pelos câmeras, levando-o a roubar a cena. Como personagem coadjuvante, o coveiro representa o último momento da história de cada pessoa que ele en-terra. Não é à toa que a palavra humildade tem sido associada a “humus”, em latim, significando terra. Ultimamente, tantos mortos, vítimas de pandemia. Valha-nos Deus!

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

Caso o formulário de cadastro não apareça no seu navegador, envie um e-mail para relacionamento@abmes.org.br que ficaremos felizes em atendê-lo.