A ousadia de sonhar

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Ao deitarmos e fecharmos os olhos, adentramos um mundo por vezes fantástico, no qual vivemos histórias diferentes das nossas, visitamos lugares que nem ao menos conhecemos e fazemos o impossível. Os sonhos que temos durante a noite podem ser incríveis, mas não devemos esquecer também daqueles que temos durante o dia, acordados, como trabalho da racionalidade e dos desejos. Sonhar é o que motiva a vida e impulsiona realizações e, como tal, deve ser um ato constante.

Entenda-se: sonhos de vida não são apenas devaneios. Ao contrário, podem e devem ser objetivos, propósitos, desejos reais. Por mais impossíveis que pareçam. É preciso sonhar, do contrário, começa o processo de morte. E não basta sonhar, pois esse é apenas o primeiro passo, um “mapa” para o sucesso. Após o sonho inicial, deve-se transformá-lo em um projeto de vida, um propósito, e, de maneira estruturada, traçar metas e buscar cumpri-las com empenho, determinação, compromisso, disciplina, persistência, foco, criatividade, inovação e muito trabalho. Quando se age assim, o universo conspira a favor da materialização daquele sonho.

Em suma, o sonho se faz válido quando motiva a ação, pois, como defende Roman Romancini, “sonho sem ação é mera alucinação e pode se transformar em frustração”, o que é uma aberração. Não se pode sonhar e ficar apenas entregue à imaginação. O sonho hipotético de nada adianta, uma vez que não gera resultados. Ele precisa, na verdade, ser um motor que leve adiante.

Também é importante refletir sobre a ousadia de sonhar grande. Muitas pessoas evitam pensar em coisas grandiosas por terem medo ou pensarem que não são capazes de tais realizações. Ora, quanto maior sonharmos, mais conquistaremos. É preciso ter, sim, sonhos impossíveis – mas, por “impossíveis”, não se entenda serem inexequíveis, porém grandiosos. Importante ressaltar que tais sonhos impossíveis podem se tornar possíveis com algumas técnicas. A melhor estratégia é dividir um grande objetivo difícil em pequenas metas alcançáveis. Assim, aos poucos, chega-se ao destino desejado. Para isso, planejamento é essencial, traçando as estratégias para a realização de cada marco.

Quem quer realizar algo na vida, crescer e se desenvolver, precisa ser ousado. E tudo começa pela ousadia de sonhar, ter sonhos grandes, colocá-los em mira e trabalhar muito para realizá-los. Disciplina, dedicação e obstinação fazem parte dessa jornada. Sonhos não foram feitos para permanecerem enterrados na mente, mas para florescerem e darem belos e numerosos frutos. Cabe a cada um cultivá-los.

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Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

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