Big Brother

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com Instagram: @prof.antoniooliveira

Antônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com ***
Muito se tem comentado o programa Big Brother, com similares em outras emissoras e em sucessivas edições. Mas gostaria de me referir, não ao programa, em si, mas ao perfil do telespectador, já que a audiência é significativa, dá ibope, e por isso vai ao ar e se mantém. O escritor norte-americano Herman Melville é autor de Moby Dick, romance que se tornou um clássico de aventuras. Como enredo, uma desafiante caça à baleia branca pelo capitão Ahab, a bordo do Pequod. Interessante é que alguns críticos veem nas atitudes e reações dos tripulantes uma miniatura de um macrocosmo, a partir do microcosmo simbolizado pela embarcação. O simbolismo, no caso, pode parecer distante, inclusive num cenário totalmente diverso e adverso, mas é apenas para puxar conversa. Imaginemos essa embarcação entre tantos barcos de caça por aí afora. Agora consideremos o BBB entre tantos outros programas, muitos deles de qualidade superior, inegavelmente. No entanto, o BBB exerce um fascínio especial e atrai uma multidão de telespectadores. As chamadas do comandante do programa já insinuam cenas patéticas dos nossos “heróis”, ora chorando, ora dançando na piscina, ora se agarrando, ora sendo entrevistados. Parece que, pelos ares, até cena de estupro já foi ao ar. Afinal... Afinal? Talvez esse microcosmo esteja representando, e reforçando, um macrocosmo, se não alienado, pouco exigente, à semelhança do eleitorado brasileiro. Assim, provavelmente, no ano que vem se faça mais uma edição, a 13ª edição. Não é à toa que esse tipo de programa é conhecido como “reality show”. Triste realidade, oh brother! Coincidentemente, brother, em inglês, rima com bother que, por sinal, significa incomodar, preocupar. Carlos Nascimento fez esta pergunta: – Já fomos mais inteligentes? Sei que é difícil responder a essa indagação, mas deixo outra pergunta no ar: – Será que a pergunta do jornalista faz sentido? Pelo visto, e à vista de tamanha audiência...

08/03/2012

Eldy Fagundes Camelo Mendes

Triste realidade essa nossa! O BBB tem audiência porque o nosso Brasil carece de educação. Concordo que já fomos mais inteligentes, pois quem fica em frente a uma TV para ver tais cenas só pode confirmar que a pergunta deve ser respondida com um SIM. Será qual o nivel desses expectadores? E quando faço essa pergunta não me refiro pura e simplemente ao nível de estudos, mas sim de educação. A palavra educação tem vários sentidos. Me refiro a educação com valores, pricípios éticos, cristãos...

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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