O tempo da Copa

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Doutor em Sociologia Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá ***
O tempo da Copa está começando. Aos poucos vamos nos dando conta de que, apesar dos inúmeros problemas políticos e econômicos, e de um pessimismo que não é característico do povo brasileiro, o megaevento esportivo do mundial do futebol vai acontecer em breve, e aqui no Brasil. É fato. E penso que aos poucos a festa vai contagiar, como em outros tempos, pois o futebol, e de modo especial o futebol-arte faz parte da identidade nacional. Nesse sentido, precisamos entender a postura do rei Pelé, que não está circunscrita a esse ou aquele governo, mas ao apelo que ele faz do seu patriotismo sincero, de amor ao Brasil, de quem honrou a camisa verde e amarela enquanto brilhou nos campos, garantindo a fase de ouro do futebol brasileiro, especialmente com a conquista do tri-campeonato, em 1970. Mas os tempos hoje são outros, e sabemos que os sentimentos negativos do momento tem as suas justificativas, mas o Pelé está certo em defender o Brasil e procurar levantar a auto-estima do povo. Por causa disso ele está sendo criticado nas redes sociais, pois o pessoal associa esta defesa do Brasil com defesa do atual governo. Não é bem assim. O Pelé é mais do que tudo isso. É um patrimônio nacional, um embaixador do Brasil, seja que governo for. Por isso entendo a sua posição. Não vamos esperar que Pelé seja contaminado pelo pessimismo. Ele sempre será um patriota. Esperamos que a Copa seja mesmo uma catarse e possa fazer explodir a alegria do povo, e que esses dias sejam de entretenimento e confraternização, um antídoto natural contra esta onda de violência. Quem sabe - a exemplo do que aconteceu com a visita do Papa Francisco - a Copa seja um sucesso. As eleições depois, é outra história. Pra frente, Brasil.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

Caso o formulário de cadastro não apareça no seu navegador, envie um e-mail para relacionamento@abmes.org.br que ficaremos felizes em atendê-lo.