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Delegação já realizada

Israel Experience

11 a 21 de outubro de 2018

Conteúdo desta delegação

GUIA CULTURAL (abre em nova aba)

Sobre esta edição

Gestores, mantenedores e líderes educacionais do Brasil terão a oportunidade de conhecer as universidades destaques de Israel, um dos principais polos de inovação do mundo, durante a 2ª Delegação ABMES Internacional – Israel Experience. Durante dez dias, de 11 a 21 de outubro de 2018, os participantes irão vivenciar a realidade israelense no que se refere à educação, à cultura e às possibilidades de cooperação internacional, além de conhecer melhor o país, que tem apenas 70 anos, mas já é conhecido como a “nação das startups”.

Na ocasião, serão desenvolvidos contatos e parcerias com algumas das principais universidades, centros de inovação e comunidades inovadoras da atualidade com o objetivo de trocar experiências e conhecer as melhores práticas em áreas organizacionais, educativas e gerenciais, com oportunidades reais de novos negócios entre brasileiros e israelenses.

Roteiro 

Além disso, durante a Israel Experience serão visitadas as principais cidades do país, como Tel Aviv, que abriga a maior universidade do país; Rehovot; Herzliya; Jerusalém; entre outras, e também lugares históricos e sagrados para algumas das principais religiões do mundo.

Israel
O país possui a segunda maior densidade de startups do mundo e um dos maiores índices de exportação de alta tecnologia.

Das nações que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Israel é a que mais investe sua riqueza nacional em educação, com 47% da população de 25 a 34 anos graduada em nível superior.

Participação
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: abmes@abmes.org.br

Operação
Intercâmbio Global - (11) 3149-8199
atendimento@globalempresa.com.br

Serviço
2ª Delegação ABMES Internacional – Israel Experience
Data: 11 a 21 de outubro de 2018

INFORMAÇÕES GERAIS

Capital: O Estado de Israel reconhece Jerusalem como sua capital, mas muitos países ainda mantêm suas representações diplomáticas em Tel Aviv.
Línguas oficiais: Hebraico e árabe*
Moeda: Novo shekel (‎1.00 = R$ 0.93)
População: 8.134.100
 

Geografia
O Estado de Israel, em sua área total de 27.800 km², de forma alongada e estreita, tem em seu comprimento 470 km e em sua largura máxima 135 km. Está localizado no Oriente Médio, ao longo da costa leste do mar Mediterrâneo, fazendo fronteira com Líbano, Síria, Jordânia e Egito.

Política
Israel é uma democracia parlamentar e o presidente, atualmente Reuven Rivlin, é o chefe de Estado, mas suas funções são em grande parte simbólicas. Um membro do Parlamento apoiado pela maioria dos parlamentares torna-se o primeiro-ministro, normalmente o presidente do maior partido. O primeiro-ministro, cargo exercido atualmente por Benjamin Netanyahu, é o chefe de governo e chefe do gabinete. Israel é governado por um parlamento composto por 120 membros, conhecido como Knesset. A composição do Knesset é baseada na representação proporcional dos partidos políticos, há parlamentares eleitos pelas minorias, incluindo árabe-israelenses. As eleições acontecem a cada 4 anos, o voto é facultativo e permitido a todos os cidadãos maiores de 18 anos.

Economia
Israel é considerada uma das nações mais avançadas do sudoeste da Ásia em desenvolvimento econômico e industrial. O país foi classificado como o de nível mais elevado da região pelo Banco Mundial, bem como pelo Fórum Econômico Mundial. Entre os países fora da América do Norte, é o que tem o maior número de empresas cotadas na NASDAQ (bolsa de valores norte-americana). Em 2008, Israel tinha o 41º produto interno bruto (PIB) mais alto e o 22º maior PIB per capita do mundo (em paridade de poder de compra), com U$ 199,5 bilhões e U$ 33.299, respectivamente. Em 2007, Israel foi convidado a aderir à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que promove a colaboração entre os países visando a melhoria do bem-estar econômico e social das pessoas em todo o mundo.

Comunidade brasileira
O número de brasileiros vivendo em Israel é estimado em 10 mil pessoas espalhadas por todo o território israelense.

Contatos úteis

Números de emergência do Itamaraty no exterior

  • Embaixada do Brasil em Tel Aviv

Embaixador do Brasil no Estado de Israel: Paulo Cesar Meira de Vasconcellos

Endereço: 23, Yehuda Halevi Street, 30th Floor, Tel Aviv, 6513601, Israel

Telefone: + 972 (3) 797-1500

Plantão Consular: + 972 54 803 5858 (somente para emergências)

E-mail: consular.telaviv@itamaraty.gov.br

Facebook: www.facebook.com/embaixada.brasil.telaviv 

Site da Repartição: telaviv.itamaraty.gov.br

  • Consulado Honorário em Haifa

Titular: Eyal Devidas

Endereço: Rua Sweden nº 40, Haifa, 34970, Israel

Telefone: + 972 054 811-2020 – celular + 972 054 252-5252

E-mail: devidas@bezeqint.net

Plantão Consular
Os números de telefone do plantão consular funcionam 24 horas por dia, mas recebem demandas apenas após o encerramento do horário normal de expediente (8h às 20h). Para ligar, disque 00 + código da operadora de longa distância + código do país + número. Caso o atendimento não ocorra imediatamente, o órgão pede que o cidadão brasileiro deixe seus dados de contato na caixa postal para que seja feito o retorno tão logo possível pelos funcionários do Itamaraty. Como último recurso, pode-se ligar para o telefone do plantão no Brasil: (61) 98197-2284. Esse número também recebe mensagens de WhatsApp.

 

EDUCAÇÃO EM ISRAEL

 

Israel tem tradição de excelência acadêmica, com universidades, faculdades e instituições de pesquisa reconhecidas mundialmente. Quase um quarto de século antes do estabelecimento do estado, foi fundado em Haifa o Technion - o Instituto de Tecnologia de Israel (1924). 

No total, o país possui 62 instituições de educação superior: 9 universidades, 32 faculdades e 21 faculdades de formação de professores. Todas as universidades israelenses e 41 das faculdades são públicas, enquanto 12 faculdades são particulares.

Conselho de Educação Superior
As instituições de ensino superior funcionam sob a supervisão do Conselho de Educação Superior, órgão estatal presidido pelo ministro de educação e que reúne acadêmicos, representantes comunitários e um representante dos estudantes. Ele outorga reconhecimento, autoriza a concessão de graus acadêmicos e aconselha o governo no que diz respeito ao desenvolvimento e financiamento do ensino superior e da pesquisa científica.

Os fundos públicos representam 70% do orçamento do ensino superior e as mensalidades pagas pelos estudantes, 20%. O restante é proveniente de várias fontes particulares.

Principais campos de estudo em Israel

Ciência e Engenharia
Israel é líder mundial em ciência e engenharia. Cientistas israelenses ganharam quatro Prêmios Nobel de Química, três Prêmios Turing (Ciência da Computação) e uma Medalha Fields (Medalha Internacional de Descobrimentos Proeminentes em Matemática). Ocupa o 7º lugar do mundo no número de citações por publicação científica e é particularmente forte em áreas como ciência da computação, engenharia, química e ciências. 

Inovação e Empreendedorismo
O senso de inovação está enraizado nas instituições de educação superior de Israel, com muitos programas acadêmicos direcionados para estudantes que desejam ter sucesso nos negócios e no empreendedorismo. Alguns incluem oportunidades para realizar estágios em empresas líderes de todo o mundo, dando-lhes a oportunidade de avançar na carreira.

Arte, Design e Música
Com base no seu rico patrimônio histórico e cultural e na sua dinâmica cena de arte contemporânea, Israel é o lar de instituições de educação superior líderes nas áreas de artes, design e música. Muitos programas oferecem elementos inovadores e multidisciplinares, permitindo que os estudantes desenvolvam tanto interesses particulares como conquistem uma carreira bem-sucedida em Israel e no exterior.

Estudos judaicos
Israel é o centro do mundo judaico e, como tal, é a escolha natural para estudantes interessados em aprofundar a compreensão da religião, da história, da cultura e da filosofia judaicas. Muitos locais históricos de grande importância para o judaísmo estão localizados em Israel.

Tecnologia e Inovação
Israel é o país da região da África e da Ásia Ocidental mais bem colocado no Índice Global de Inovação, subiu quatro posições, de 21 para 17. Em 2017, o país ocupa a 20ª posição no indicador de produção de inovação, 14ª em entrada de inovação e 23ª na taxa de eficiência de inovação. Possui a segunda maior densidade de startups do mundo e um dos maiores índices de exportação de alta tecnologia. 

Com 8 milhões de habitantes, Israel é a segunda nação mais inovadora do mundo, perdendo apenas para a Suíça, de acordo com o Relatório de Competitividade Global 2016-2017 do Fórum Econômico Mundial (FEM). Mais de 300 multinacionais possuem escritórios no país.

Das nações que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é a que mais investe sua riqueza nacional em educação. Com 47% da população de 25 a 34 anos graduada em nível superior, publica aproximadamente 1% dos artigos científicos do mundo.

Conhecido pelo apelido de “nação das startups”, Israel reúne cerca de 6 mil empreendimentos de tecnologia em estágio inicial. A principal razão para o sucesso do ecossistema de empresas inovadoras tem a ver com a jornada que os jovens enfrentam muito antes de pensar em empreender. O serviço militar é compulsório – a nação está rodeada por adversários desde que declarou sua independência, em 1948. O Exército pinça as mentes mais brilhantes todos os anos para as unidades estratégicas. A principal delas é chamada de 8200 e cuida da inteligência e cibersegurança. Lá, os escolhidos recebem treinamento altamente especializado e têm acesso a informações estratégicas.

A avalanche de recursos humanos qualificados que chega ao mercado não passa despercebida para as grandes empresas de tecnologia. Gigantes como HP, IBM e Microsoft têm centros de pesquisa e desenvolvimento no país. Elas são responsáveis por grande parte dos investimentos em P&D feitos em Israel, que chegam a 4,5% do PIB, segunda maior taxa do mundo segundo a OCDE.

Universidades de Israel

  • Ariel University
  • Bar-Ilan University
  • Ben-Gurion University of the Negev
  • The Hebrew University of Jerusalem
  • The Open University of Israel
  • The Technion – Israel Institute of Technology
  • Tel Aviv University
  • The University of Haifa
  • The Weizmann Institute of Science

Faculdades

Particulares

  • The Academic Center of Law and Science
  • The Academic College of Society and the Arts
  • The Carmel Academic Center
  • The Center for Academic Studies in Or Yehuda
  • The College of Management – Academic Studies
  • The Interdisciplinary Center Herzliya
  • The Israel Academic College in Ramat Gan
  • Netanya Academic College
  • Ono Academic College
  • Peres Academic Center
  • Schechter Institute of Jewish Studies
  • Shalem College
  • Sha’arei Mishpat – The College of Legal Studies

Públicas

  • The Academic College of Tel-Aviv – Yaffo
  • The Achva Academic College
  • Afeka Tel Aviv Academic College of Engineering
  • Ashkelon Academic College
  • Azrieli – College of Engineering Jerusalem
  • Bezalel – Academy of Arts and Design
  • College of Law & Business
  • The Hadassah Academic College
  • Holon Institute of Technology
  • The Jerusalem Academy of Music and Dance
  • Kinneret Academic College in the Jordan Valley
  • Lev Academic Center
  • Max Stern Academic College of Emek Yezreel
  • ORT Braude College of Engineering
  • Ruppin Academic Center
  • The Sami Shamoon College of Engineering
  • The Sapir Academic College
  • Shenkar – Engineering. Design. Art
  • Tel-Hai Academic College
  • The Western Galilee College
  • Zefat Academic College 

Faculdades de formação de professores (Teacher Training Collefges)

  • Al-Qasemi Academic College of Education
  • The Arab Academic College of Education
  • Beit Berl College
  • The College of Sakhnin for Teacher Education
  • David Yellin College of Education
  • “Emuna-Efrata” – Academic College of Education for Art and Education, Founded by the Ephrata and Emuna Colleges
  • Givat Washington Academic College of Education
  • Gordon College of Education
  • “Hemdat HaDarom” – College for Education in Jewish Studies, Science and Humanities
  • Jerusalem College
  • Kaye Academic College of Education
  • Kibbutzim College of Education, Technology and the Arts
  • The Levinsky College of Education
  • The Neri Bloomfield school of Design and Education
  • Ohalo Academic College of Education and Sport in Katzrin
  • Oranim Academic College of Education
  • “Orot Israel” Academic College of Education Founded by the “Orot Israel” College and the “Moreshet Yaakov” College
  • “Shaanan” Academic Religious Teachers’ College
  • “Talpiyot” Academic College of Education
  • The Yaakov Herzog College (at the Har-Etzion Yeshiva)
  • The Zinman College for Physical Education and Sport Sciences at the Wingate Institute

70 ANOS DE ISRAEL

Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou o Plano de Partilha da Palestina, que daria origem ao Estado de Israel. Na sessão, presidida pelo embaixador brasileiro Oswaldo Aranha, foi decidido que a região seria dividia em oito partes, que formariam um Estado árabe e outro judaico.

Em 14 de maio de 1948, há 70 anos, Israel proclamou sua independência. Menos de 24 horas depois, os exércitos do Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país, forçando Israel a defender a soberania que acabara de reconquistar em sua pátria ancestral. Na chamada Guerra de Independência de Israel, as forças de defesa de Israel expulsaram os invasores em um período que durou aproximadamente 15 meses e custou a vida de seis mil israelenses (quase 1% da população judaica do país na época).
 
Durante os primeiros meses de 1949, negociações diretas foram realizadas com o apoio da ONU entre Israel e cada um dos países invasores (exceto o Iraque, que se recusou a negociar com Israel), resultando em acordos de armistício que refletiam a situação ao final das disputas. Assim, a Planície Costeira, a Galileia e todo o Neguev ficaram sob a soberania israelense, a Judeia e a Samaria (Cisjordânia) ficaram sob o domínio da Jordânia, a Faixa de Gaza ficou sob a administração egípcia, e a cidade de Jerusalém ficou dividida, com a Jordânia controlando a parte leste, incluindo a Cidade Velha, e Israel, o setor ocidental.

Construção do Estado
Com o fim da guerra, Israel concentrou-se na construção do Estado. Os primeiros 120 assentos do Knesset (parlamento israelense) entraram em funcionamento após as eleições nacionais (em 25 de janeiro de 1949) em que quase 85% de todos os eleitores votaram. Duas das pessoas que haviam conduzido Israel à independência tornaram-se líderes do país: David Ben-Gurion, líder da agência judaica, foi escolhido como primeiro primeiro-ministro, e Chaim Weizmann, presidente da Organização Sionista Mundial, foi eleito pelo Knesset como primeiro presidente. Em 11 de maio de 1949, Israel tornou-se o 59º membro das Nações Unidas.

De acordo com o conceito de "reunir os exilados", que está no cerne da razão de ser de Israel, os portões do país foram abertos, afirmando o direito de cada judeu de vir para o país e, ao entrar, adquirir cidadania. Nos primeiros quatro meses de independência, aproximadamente 50.000 recém-chegados, principalmente sobreviventes do Holocausto, chegaram às praias de Israel. Até o final de 1951, um total de 687.000 homens, mulheres e crianças chegaram, mais de 300.000 deles refugiados de países árabes, duplicando assim a população judaica.

A crise econômica causada pela Guerra da Independência e a necessidade de sustentar uma população em rápido crescimento exigiram austeridade no país e ajuda financeira do exterior. A assistência prestada pelo governo dos Estados Unidos, empréstimos de bancos americanos, as contribuições dos judeus da Diáspora e reparações alemãs após a guerra foram usados para construir casas, mecanizar a agricultura, estabelecer uma frota mercante e uma companhia aérea nacional, explorar minerais disponíveis, desenvolver indústrias e expandir rodovias, telecomunicações e redes elétricas.

No final da primeira década, a produção da indústria dobrou, assim como o número de pessoas empregadas, com as exportações industriais aumentando quatro vezes. A vasta expansão das áreas cultivadas trouxe autossuficiência no fornecimento de todos os produtos alimentares básicos, exceto carne e grãos, enquanto aproximadamente 50.000 hectares de terra árida foram arborizados e árvores foram plantadas ao longo de quase 500 milhas (800 km) de rodovias.

O sistema educacional, desenvolvido pela comunidade judaica no período pré-estatal e que agora incluía o setor árabe, expandiu-se consideravelmente. Frequentar as escolas tornou-se gratuito e obrigatório para todas as crianças com idades entre 5 e 14 anos (em 1978 tornou-se obrigatório até os 16 anos e gratuito até os 18). Atividades culturais e artísticas floresceram, misturando elementos do Oriente Médio, do Norte Africano e ocidentais, pois os judeus chegando de todas as partes do mundo trouxeram consigo as tradições específicas de suas comunidades e aspectos da cultura dominante dos países onde tinham vivido por gerações. Quando Israel comemorou seu décimo aniversário, a população ultrapassava dois milhões. 

Fonte: Consulado Geral de Israel em São Paulo

PROGRAMAÇÃO

Tel Aviv

  • Tel Aviv University
  • Jaffa
  • Rabin Square
  • Tel Aviv Port
  • Sarona Market
  • Rothschild Boulevard
  • Embaixada do Brasil

Ra'anana

  • The Open University of Israel

Rehovot

Beersheba

Herzliya

Haifa

Jerusalem

Yardenit

  • Sítio Batismal

Cafarnaum

  • Monte das Bem-Aventuranças

Nazareth

  • Basílica da Anunciação

Documentos

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