Pular para o conteúdo

Para o termo exato, use aspas. Ex.: “44 anos”

Por: Celso Frauches

Educação Superior Comentada | Políticas, diretrizes, legislação e normas do ensino superior

Ano 1 • Nº 10 • De 17 a 23 de maio de 2011

<p><strong>MEC TEM NOVA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA</strong></p>

<p>O <span style="color:#0000ff"><a href="../../../legislacoes/visualizar/id/1016" target="_blank">Decreto n&ordm; 7.480</a></span>, publicado no DOU de 16/5/2011, se&ccedil;&atilde;o 1, p. 1, estabelece nova estrutura administrativa para o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. A altera&ccedil;&atilde;o mais profunda ocorre nas secretarias que supervisionam a educa&ccedil;&atilde;o superior no sistema federal de ensino. A secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o Superior (SESu) passa a ser mais um &oacute;rg&atilde;o de pol&iacute;ticas e diretrizes e supervis&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es de ensino mantidas pela Uni&atilde;o e a nova secretaria de Regula&ccedil;&atilde;o e Supervis&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior destinada &agrave;s IES mantidas pela livre iniciativa.</p>

<p>A secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o Profissional e Tecnol&oacute;gica (Setec) fica exclusivamente com as IES mantidas pela Uni&atilde;o e a secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o a Dist&acirc;ncia (Seed) &eacute; extinta. A supervis&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o dos cursos superiores de tecnologia e dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o a dist&acirc;ncia passam para a compet&ecirc;ncia da nova secretaria de Regula&ccedil;&atilde;o e Supervis&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior.</p>

<p>&Eacute; criada, tamb&eacute;m, a secretaria de Articula&ccedil;&atilde;o com os Sistemas de Ensino, entregue a um pol&iacute;tico do PT do Mato Grosso, derrotado nas &uacute;ltimas elei&ccedil;&otilde;es para deputado federal. Parece mais uma secretaria para articula&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica petista. Deve fazer parte do aparelhamento petista do Estado.</p>

<p><strong>Cabe &agrave; Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o Superior:</strong></p>

<div style="padding-left: 50px;">I - planejar, orientar, coordenar e supervisionar o processo de formula&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica nacional de educa&ccedil;&atilde;o superior;<br />
II - propor pol&iacute;ticas de expans&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior, em conson&acirc;ncia com o PNE;<br />
<em>III - promover e disseminar estudos sobre a educa&ccedil;&atilde;o superior e suas rela&ccedil;&otilde;es com a sociedade;</em><br />
<em>IV - promover o interc&acirc;mbio com outros &oacute;rg&atilde;os governamentais e n&atilde;o governamentais, entidades nacionais e internacionais, visando &agrave; melhoria da educa&ccedil;&atilde;o superior;</em><br />
<em>V - articular-se com outros &oacute;rg&atilde;os governamentais e n&atilde;o governamentais visando &agrave; melhoria da educa&ccedil;&atilde;o superior;</em><br />
<em>VI - atuar como &oacute;rg&atilde;o setorial de ci&ecirc;ncia e tecnologia do Minist&eacute;rio para as finalidades previstas na legisla&ccedil;&atilde;o que disp&otilde;e sobre o Sistema Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico;</em><br />
<em>VII - subsidiar a elabora&ccedil;&atilde;o de projetos e programas voltados &agrave; atualiza&ccedil;&atilde;o do Sistema Federal de Ensino Superior;</em><br />
<em>VIII - subsidiar a formula&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de oferta de financiamento e de apoio ao estudante do ensino superior gratuito e n&atilde;o gratuito;</em><br />
<em>IX - estabelecer pol&iacute;ticas de gest&atilde;o para os hospitais vinculados &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es federais de ensino superior;</em><br />
<em>X - estabelecer pol&iacute;ticas e executar programas voltados &agrave; resid&ecirc;ncia m&eacute;dica, articulando-se com os v&aacute;rios setores afins, por interm&eacute;dio da Comiss&atilde;o Nacional de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica e</em><br />
<em>XI - incentivar e capacitar as institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior a desenvolverem programas de coopera&ccedil;&atilde;o internacional, aumentando o interc&acirc;mbio de pessoas e de conhecimento, e dando maior visibilidade internacional &agrave; educa&ccedil;&atilde;o superior do Brasil.</em></div>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Compete &agrave; Secretaria de Regula&ccedil;&atilde;o e Supervis&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior:</strong></p>

<div style="padding-left: 50px;">I - zelar pelo cumprimento da legisla&ccedil;&atilde;o educacional no &acirc;mbito da educa&ccedil;&atilde;o superior, profissional e tecnol&oacute;gica;<br />
<em>II - promover a&ccedil;&otilde;es de supervis&atilde;o relacionadas ao cumprimento da legisla&ccedil;&atilde;o educacional e &agrave; indu&ccedil;&atilde;o da melhoria dos padr&otilde;es de qualidade;</em><br />
<em>III - promover a supervis&atilde;o relativa ao credenciamento e recredenciamento das institui&ccedil;&otilde;es que integram o Sistema Federal de Educa&ccedil;&atilde;o Superior, bem como a autoriza&ccedil;&atilde;o e o reconhecimento de seus cursos superiores de gradua&ccedil;&atilde;o;</em><br />
<em>IV - credenciar e recredenciar as institui&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica privadas, bem como autorizar, reconhecer e renovar o reconhecimento de seus cursos superiores de tecnologia;</em><br />
<em>V - estabelecer diretrizes para as a&ccedil;&otilde;es de supervis&atilde;o, avalia&ccedil;&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o profissional e tecnol&oacute;gica em conson&acirc;ncia com o PNE e</em><br />
<em>VI - estabelecer diretrizes e instrumentos com vistas &agrave; supervis&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o a dist&acirc;ncia.</em></div>

<p>&nbsp;</p>

<p>Como bem registra Gustavo Fagundes, meu colega de consultoria no Ilape, em excelente artigo (<span style="color:#0000ff"><a href="http://www.ilape.com.br/artig/20110519093650Febeapa_Normativo.pdf" target="_blank">www.ilape.com.br/artig/20110519093650Febeapa_Normativo.pdf</a></span>) o decreto cont&eacute;m, pelo menos, dois deslizes: deixa de atribuir compet&ecirc;ncia &agrave; secretaria de Regula&ccedil;&atilde;o e Supervis&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior para a renova&ccedil;&atilde;o de reconhecimento de bacharelados e licenciaturas e refere-se &agrave; Lei n&ordm; 4.024, de 1961, a primeira LDB, como se ainda estivesse em pleno vigor. O MEC acabou com a exig&ecirc;ncia de renova&ccedil;&atilde;o de reconhecimento dos bacharelados e das licenciaturas ou foi erro de reda&ccedil;&atilde;o do decreto? Penso que o ministro da Educa&ccedil;&atilde;o deveria, sempre, submeter as normas legais, incluindo decretos, &agrave; revis&atilde;o pr&eacute;via do Gustavo, que &eacute; especialista em Direito Educacional, meu colega na organiza&ccedil;&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o do livro <em>LDB Anotada e Comentada e Reflex&otilde;es sobre a Educa&ccedil;&atilde;o Superior</em> e um dos profissionais que mais entende de direito e legisla&ccedil;&atilde;o do ensino superior no pa&iacute;s.</p>

<p>Creio que a nova estrutura do MEC n&atilde;o trar&aacute; nenhum benef&iacute;cio para a agilidade, razoabilidade, seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, interesse p&uacute;blico e efici&ecirc;ncia nos processos de avalia&ccedil;&atilde;o, supervis&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o superior. Os gestores da Regula&ccedil;&atilde;o e Supervis&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior s&atilde;o atores conhecidos na burocracia do MEC. O bafejo renovador da Sesu n&atilde;o deve contaminar a nova secretaria e seus ocupantes.</p>

<p>Hoje, 23, foram publicados no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o os atos de nomea&ccedil;&atilde;o dos secret&aacute;rios, coordenadores e assessores da secretaria de Regula&ccedil;&atilde;o e Supervis&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior. N&atilde;o h&aacute; nenhuma novidade. Tudo continuar&aacute; como antes.&nbsp;</p>

<p><u>***********************************************************************************************************************************************</u></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>ENEM TER&Aacute; DUAS VERS&Otilde;ES ANUAIS</strong></p>

<p>A <span style="color:#0000ff"><a href="../../../legislacoes/visualizar/id/1020" target="_blank">Portaria Inep n&ordm; 110</a></span>, de 18 de maio de 2011, disp&otilde;e que, a partir de 2012, o Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio, o Enem, &ldquo;ser&aacute; implementado, pelo menos, em duas edi&ccedil;&otilde;es por ano&rdquo;. As provas da primeira edi&ccedil;&atilde;o ocorrer&atilde;o nos dias 28 e 29 de abril. As da segunda edi&ccedil;&atilde;o deve ocorrer novembro, &ldquo;devido &agrave;s datas das elei&ccedil;&otilde;es municipais, previstas para o m&ecirc;s de outubro&rdquo;.</p>

<p>A presidente do Inep, Malvina Tuttman, afirma que &quot;o Enem continua sendo e ser&aacute; sempre um exame de avalia&ccedil;&atilde;o do ensino m&eacute;dio e, como instrumento de cidadania, tem aspectos positivos inquestion&aacute;veis: garante certifica&ccedil;&atilde;o do ensino m&eacute;dio para milhares de cidad&atilde;os que ainda n&atilde;o tiveram essa oportunidade; oferece o acesso ao ensino superior e fortalece o ingresso profissional de outros milhares de cidad&atilde;os no mercado de trabalho, efetivando conquistas pessoais nunca obtidas anteriormente. &Eacute; realmente um importante e imprescind&iacute;vel instrumento de inclus&atilde;o social&quot;. Veja a mat&eacute;ria: <span style="color:#0000ff"><a href="http://portal.inep.gov.br/web/guest/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/inep-publica-portaria-do-enem-2012?redirect=http%3a%2f%2fportal.inep.gov.br%2fweb%2fguest%2fhome" target="_blank">Inep publica portaria do Enem 2012</a></span>.</p>

<p>Apesar das afirma&ccedil;&otilde;es da presidente do Inep, o Enem passou, na pr&aacute;tica, a ser o vestibular para acesso &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas de ensino. J&aacute; existem dezenas de cursinhos preparat&oacute;rios ao Enem. &Eacute; o retrocesso ao &ldquo;vestibular unificado&rdquo;, &uacute;nico para todo o pa&iacute;s, realizado no mesmo dia e com o mesmo conte&uacute;do. Estamos voltando aos anos 60...</p>

<p><u>***********************************************************************************************************************************************</u></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>EDUCA&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O &Eacute; PRIORIDADE DOS GOVERNOS &ndash; 3</strong></p>

<p>Esse mote est&aacute; virando s&eacute;rie. &Eacute; positivo o debate na m&iacute;dia sobre a qualidade da educa&ccedil;&atilde;o brasileira. At&eacute; o pasteurizado Jornal Nacional dedicou uma semana ao assunto.</p>

<p>Nesta &uacute;ltima semana foram destaque &quot;os livro&rdquo; do MEC, defendido &ndash; pasmem! &ndash; at&eacute; pelo ministro Fernando Haddad; o pl&aacute;gio do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o sobre texto da professora Jaciete Barbosa dos Santos, da Universidade Estadual da Bahia (Uneb); o piso salarial dos professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e o dram&aacute;tico e hist&oacute;rico depoimento da professora Amada Gurgel, em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Vale a pena transcrever os principais trechos da fala da professora Amanda Gurgel, divulgados amplamente em todas as m&iacute;dias:&nbsp;</p>

<div style="padding-left: 50px;"><em>Como as pessoas sempre apresentam muitos n&uacute;meros e dizem que eles s&atilde;o irrefut&aacute;veis, eu gostaria tamb&eacute;m de apresentar um n&uacute;mero que &eacute; composto por tr&ecirc;s algarismos apenas, bem diferentes de tantos n&uacute;meros que s&atilde;o apresentados aqui com tantos algarismos. Vou apresentar um n&uacute;mero com tr&ecirc;s algarismos: um nove, um tr&ecirc;s e um zero. &Eacute; o n&uacute;mero do meu sal&aacute;rio: 930 reais, com n&iacute;vel superior e especializa&ccedil;&atilde;o.</em><br />
<em>Eu perguntaria a todos aqui, mas s&oacute; respondam se n&atilde;o ficarem constrangidos, se voc&ecirc;s conseguiriam sobreviver ou manter o padr&atilde;o de vida que voc&ecirc;s mant&ecirc;m, com esse sal&aacute;rio. Certamente n&atilde;o conseguiriam.</em><em>&nbsp;</em><br />
<em>N&atilde;o &eacute; suficiente nem para pagar a indument&aacute;ria que os senhores e as senhoras utilizam para poder frequentar esta Casa. A minha fala n&atilde;o poderia partir de um ponto diferente, porque s&oacute; quem est&aacute; em sala de aula, s&oacute; quem pega tr&ecirc;s &ocirc;nibus por dia para chegar a seu local de trabalho &eacute; que pode falar com propriedade.</em><em>&nbsp;</em><br />
<em>Fora disso, qualquer considera&ccedil;&atilde;o aqui &eacute; apenas para mascarar uma verdade vis&iacute;vel a todo mundo: em nenhum governo, em nenhum momento no nosso Estado, na nossa cidade, no nosso pa&iacute;s a educa&ccedil;&atilde;o foi uma prioridade.</em><em>&nbsp;</em><br />
<em>Ent&atilde;o, me preocupa muit&iacute;ssimo a posi&ccedil;&atilde;o da maioria, inclusive da secret&aacute;ria Bet&acirc;nia Ramalho, de n&atilde;o falarmos sobre a situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria porque isso todo mundo j&aacute; sabe.</em><em>&nbsp;</em> <em>Como assim, n&atilde;o vamos falar da situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria? Gente, estamos aceitando a condi&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria da educa&ccedil;&atilde;o como uma fatalidade?</em><em>&nbsp;</em><br />
<em>Est&atilde;o me colocando dentro de uma sala de aula com um giz e um quadro para salvar o Brasil? &Eacute; isso?</em><em>&nbsp;</em><br />
<em>Salas de aulas superlotadas com os alunos entrando com uma carteira na cabe&ccedil;a porque n&atilde;o t&ecirc;m carteiras nas salas e sou eu a redentora do Pa&iacute;s? N&atilde;o tenho condi&ccedil;&otilde;es, muito menos com o sal&aacute;rio que recebo.</em>&nbsp;<br />
<em>A secret&aacute;ria disse que n&atilde;o podemos ser imediatistas, que precisamos pensar a longo prazo. Mas a minha necessidade de alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; imediata. A minha necessidade de transporte &eacute; imediata, a necessidade dos alunos de ter uma educa&ccedil;&atilde;o de qualidade &eacute; imediata.</em><em>&nbsp;</em>&nbsp;<br />
<em>Eu gostaria de pedir aos senhores que se libertem dessa concep&ccedil;&atilde;o extremamente equivocada, e digo isso com mais propriedade do que os grandes estudiosos: parem de associar a qualidade da educa&ccedil;&atilde;o com professor dentro da sala de aula.</em><em>&nbsp;</em>&nbsp;<br />
<em>N&atilde;o h&aacute; como ter qualidade em educa&ccedil;&atilde;o com professores trabalhando em tr&ecirc;s turnos seguidos, multiplicando seus sal&aacute;rios: R$ 930,00 de manh&atilde;, R$ 930,00 de tarde, R$ 930,00 de noite para poder sobreviver. N&atilde;o &eacute; para andar com bolsa de marca nem para usar perfume franc&ecirc;s.</em><em>&nbsp;</em></div>

<p>O piso salarial do magist&eacute;rio na educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, a ser pago por munic&iacute;pios, estados e Distrito Federal, pela Lei n&ordm; 11.738, de 2008, deveria ser, a partir de janeiro deste ano, por 40h semanais (tempo integral), de R$ 1.187,00. Sem mais coment&aacute;rios.</p>

<p>Voc&ecirc; pode assistir ao depoimento da professora Amanda Gurgel, na &iacute;ntegra, acessando <span style="color:#0000ff"><a href="http://mais.uol.com.br/view/zwuxgmhe6kop/depoimento-da-professora-amanda-gurgel-0402CD9A3466D8A91326?types=A&amp;" target="_blank">http://mais.uol.com.br/view/zwuxgmhe6kop/depoimento-da-professora-amanda-gurgel-0402CD9A3466D8A91326?types=A&amp;</a></span>&nbsp;</p>

Voltar para Colunas

Quer saber como a ABMES pode atender as demandas específicas da sua IES?

Nossos consultores estão prontos para apresentar todos os benefícios, serviços inclusos e condições exclusivas de filiação para o perfil da sua instituição.