Por: ABMES
Harvard e Amazon numa parceria campeã!

<p style="text-align: justify;">Um dos projetos incríveis que presenciamos nesses últimos meses de 2022 foi a parceria estratégica da Harvard com a Amazon financiando um projeto com os professores da universidade para promoverem pesquisas e inovações fundamentais em redes quânticas – um método de envio e recebimento de informações digitais – na Harvard Quantum Initiative. O financiamento permitirá que mais alunos se envolvam em esforços de pesquisa e o interesse da Amazon vai muito além. O foco está em conectar a Amazon a tudo o que ela já tem potencializado pela internet quântica.</p>
<p style="text-align: justify;">A Universidade de Harvard e a Amazon Web Services declaram que o objetivo da colaboração de pesquisa de três anos é desenvolver métodos e tecnologias fundamentais para o que eventualmente poderia se tornar uma Internet quântica. A Internet quântica é uma tecnologia que se baseia nos avanços da ciência em relação às partículas subatômicas e promete mais segurança na web em um futuro próximo. A novidade se apresenta como uma solução para os problemas de segurança e roubo de dados que são tão comuns hoje em dia.</p>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="/arquivos/noticias/images/Imagem1.jpg" style="width: 567px; height: 399px;" /><br />
Fonte: The Harvard Gazette.</p>
<p style="text-align: justify;">A aliança será liderada pelo Escritório de Desenvolvimento de Tecnologia de Harvard, enquanto a AWS fornecerá suporte para projetos de pesquisa liderados por professores e projetados nas áreas de memória quântica, fotônica integrada e materiais quânticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Lukin, um dos professores envolvidos no projeto disse ao Harvard Gazette, uma publicação da Universidade, que acredita que Boston “<em>desempenha um papel de liderança na pesquisa de redes quânticas graças à colaboração entre instituições acadêmicas como Harvard e MIT e parceiros corporativos</em>”. O professor afirma ainda que “<em>Iniciativas desse tipo – unindo pesquisas acadêmicas de ponta e parceiros líderes da indústria – são indispensáveis para a indústria quântica emergente e o ecossistema quântico nos EUA como um todo</em>”. Mas, Harvard não é a única universidade em apostar em pesquisas nessa área. Vimos numa das edições de setembro da revista ISTO É DINHEIRO, a reportagem sobre a Delft University of Technology investindo na Internet quântica e afirmando que em breve será uma realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O campo emergente das redes quânticas é uma imensa promessa para enfrentar <em>“desafios de crescente importância para o nosso mundo, como a comunicação segura com poderosos clusters de computação quântica”</em>, disse Lamas-Linares, que liderará a aliança Harvard-Amazon. A parceria segue o anúncio da Amazon em junho de seu novo AWS Center for Quantum Networking, que visa desafios científicos e de engenharia urgentes por meio do desenvolvimento de novos hardwares, softwares e aplicativos quânticos. Em um mundo cada vez mais digital repleto de ameaças à privacidade e segurança, a rede quântica pode ajudar a permitir comunicação segura e o anonimato<em>. “Ao trabalhar juntos, a academia e a indústria podem acelerar a descoberta e o progresso tecnológico”</em>, escreveu o reitor de Harvard Alan M. <em>“Através desta aliança com a AWS, traremos estudos científicos e educação para suportar algumas das fronteiras mais emocionantes da ciência quântica.” </em>Ou seja, a iniciativa campeã em ver as universidades trabalhando com pesquisa aplicada. Lembremos da Coréia do Sul na década de 1960 que se encontrava no mesmo patamar de investimento em tecnologia e inovação que o Brasil se encontra hoje. Após 60 anos mais de 70% da pesquisa desenvolvida na Coreia é pesquisa aplicada enquanto que no Brasil 70% é pesquisa básica. Apesar das inúmeras objeções encontradas pelas universidades brasileiras para produzir esse tipo de pesquisa uma coisa é fato: precisamos de um país com ciência e não apenas com cientistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, parcerias entre as IES brasileiras com o setor produtivo é cada vez mais importante, seja na pesquisa, no ensino ou extensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para reafirmar toda a narrativa do case que trouxemos hoje, retrato a declaração de Jeff Dean, diretor de IA do Google, à estudantes universitários ocorrido em 22 de setembro de 2020 em uma live, na qual incentivou os alunos a buscarem áreas de estudo que gere impacto coletivo na sociedade. Dean afirmou que em 2020 estava havendo uma <em>“confluência incomum de eventos”,</em> ambiente propício a buscar inspiração a fim de detectar lacunas sociais. Através de inúmeros eventos gratuitos os alunos podem se capacitar para buscarem carreiras onde poderão desenvolver soluções inovadoras <em>“que abordem grandes problemas, como mudança climática, saúde e justiça social”.</em> Em referências as grandes queimadas, a pandemia e as lutas sociais. Enfim, esse caminho de aproximação entre o universo acadêmico e empresas precisa ser cada dia mais propositivo e real em nossos espaços de formação.</p>
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<p style="text-align: justify;">_____________<br />
<i>*Carmen Tavares é Gestora Educacional e de Inovação com 28 anos de experiência no mercado educacional privado brasileiro em instituições de diversos portes e regiões</i></p>
<p style="text-align: justify;">A Universidade de Harvard e a Amazon Web Services declaram que o objetivo da colaboração de pesquisa de três anos é desenvolver métodos e tecnologias fundamentais para o que eventualmente poderia se tornar uma Internet quântica. A Internet quântica é uma tecnologia que se baseia nos avanços da ciência em relação às partículas subatômicas e promete mais segurança na web em um futuro próximo. A novidade se apresenta como uma solução para os problemas de segurança e roubo de dados que são tão comuns hoje em dia.</p>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="/arquivos/noticias/images/Imagem1.jpg" style="width: 567px; height: 399px;" /><br />
Fonte: The Harvard Gazette.</p>
<p style="text-align: justify;">A aliança será liderada pelo Escritório de Desenvolvimento de Tecnologia de Harvard, enquanto a AWS fornecerá suporte para projetos de pesquisa liderados por professores e projetados nas áreas de memória quântica, fotônica integrada e materiais quânticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Lukin, um dos professores envolvidos no projeto disse ao Harvard Gazette, uma publicação da Universidade, que acredita que Boston “<em>desempenha um papel de liderança na pesquisa de redes quânticas graças à colaboração entre instituições acadêmicas como Harvard e MIT e parceiros corporativos</em>”. O professor afirma ainda que “<em>Iniciativas desse tipo – unindo pesquisas acadêmicas de ponta e parceiros líderes da indústria – são indispensáveis para a indústria quântica emergente e o ecossistema quântico nos EUA como um todo</em>”. Mas, Harvard não é a única universidade em apostar em pesquisas nessa área. Vimos numa das edições de setembro da revista ISTO É DINHEIRO, a reportagem sobre a Delft University of Technology investindo na Internet quântica e afirmando que em breve será uma realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O campo emergente das redes quânticas é uma imensa promessa para enfrentar <em>“desafios de crescente importância para o nosso mundo, como a comunicação segura com poderosos clusters de computação quântica”</em>, disse Lamas-Linares, que liderará a aliança Harvard-Amazon. A parceria segue o anúncio da Amazon em junho de seu novo AWS Center for Quantum Networking, que visa desafios científicos e de engenharia urgentes por meio do desenvolvimento de novos hardwares, softwares e aplicativos quânticos. Em um mundo cada vez mais digital repleto de ameaças à privacidade e segurança, a rede quântica pode ajudar a permitir comunicação segura e o anonimato<em>. “Ao trabalhar juntos, a academia e a indústria podem acelerar a descoberta e o progresso tecnológico”</em>, escreveu o reitor de Harvard Alan M. <em>“Através desta aliança com a AWS, traremos estudos científicos e educação para suportar algumas das fronteiras mais emocionantes da ciência quântica.” </em>Ou seja, a iniciativa campeã em ver as universidades trabalhando com pesquisa aplicada. Lembremos da Coréia do Sul na década de 1960 que se encontrava no mesmo patamar de investimento em tecnologia e inovação que o Brasil se encontra hoje. Após 60 anos mais de 70% da pesquisa desenvolvida na Coreia é pesquisa aplicada enquanto que no Brasil 70% é pesquisa básica. Apesar das inúmeras objeções encontradas pelas universidades brasileiras para produzir esse tipo de pesquisa uma coisa é fato: precisamos de um país com ciência e não apenas com cientistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, parcerias entre as IES brasileiras com o setor produtivo é cada vez mais importante, seja na pesquisa, no ensino ou extensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para reafirmar toda a narrativa do case que trouxemos hoje, retrato a declaração de Jeff Dean, diretor de IA do Google, à estudantes universitários ocorrido em 22 de setembro de 2020 em uma live, na qual incentivou os alunos a buscarem áreas de estudo que gere impacto coletivo na sociedade. Dean afirmou que em 2020 estava havendo uma <em>“confluência incomum de eventos”,</em> ambiente propício a buscar inspiração a fim de detectar lacunas sociais. Através de inúmeros eventos gratuitos os alunos podem se capacitar para buscarem carreiras onde poderão desenvolver soluções inovadoras <em>“que abordem grandes problemas, como mudança climática, saúde e justiça social”.</em> Em referências as grandes queimadas, a pandemia e as lutas sociais. Enfim, esse caminho de aproximação entre o universo acadêmico e empresas precisa ser cada dia mais propositivo e real em nossos espaços de formação.</p>
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<i>*Carmen Tavares é Gestora Educacional e de Inovação com 28 anos de experiência no mercado educacional privado brasileiro em instituições de diversos portes e regiões</i></p>
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