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Dançar é preciso

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
Instagram: @prof.antoniooliveira

16/07/2016 04:00:31

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com *** Em “O Burguês Fidalgo” (Le Bourgeois Gentilhomme), Molière ridiculariza a burguesia do século XVII através de diálogos entre o protagonista, Sr. Jourdain, o Mestre de Música e o Mestre de Dança. Sr. Jourdain contratara um Mestre de Filosofia. O Mestre de Música fez seu reparo: A filosofia é importante, mas a música, senhor... ah, a música! Não há nada mais útil para um país do que a música. O Mestre de Dança, fazendo apologia da dança, considera importante a filosofia, mas a música e a dança... Sem a dança, um homem não consegue fazer nada. O Mestre de Música enfatiza: Todas as desordens, todas as guerras, todos os atentados que se veem no mundo só acontecem porque os povos não aprenderam música. Os sofrimentos da humanidade, argumenta o Mestre de Dança, os problemas que surgem na história de cada povo, os desmandos dos políticos, as falhas estratégicas dos grandes militares, tudo é culpa de não se saber dançar. A guerra se origina da falta de união entre os homens. Mestre de Música reforça: A música une as pessoas. Se todas as pessoas aprendessem música, essa seria a maneira eficaz de firmarem um acordo de paz universal. Mestre de Dança, por sua vez, acha que quando um homem comete um erro na vida, seja nos negócios de família, ou no governo de um país, ou no comando de um exército, é porque ele deu um passo errado, um mau passo. A expressão “dar um mau passo” tem origem na dança. Dessas considerações colho eu uma lição de vida. Se considerarmos o ritmo como um elemento essencial na música e na dança, cada dia é uma dança, cada dia no seu ritmo, de afazeres e quefazeres. “A chaque jour sa peine.” A despeito das variações no espaço e no tempo e de eventuais ritmos dissonantes, a sinfonia da vida se apresenta através da musicalidade teorico-prática do cotidiano, mutável, moderata, andante, de preferência com o alegro vivace, dolce, risoluto. Na verdade, tudo, tudo faz parte do concerto existencial.  

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