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Verberando os costumes

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
Instagram: @prof.antoniooliveira

28/01/2017 05:49:38

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com *** Verberar, reprovar, fustigar, criticar, desancar. Indispensável é lembrar a frase latina: “Castigat ridendo mores”. Verberar o presidente, os ministros, os deputados, enfim, os representantes da nação. Pouco recurso resta ao brasileiro para fazer isso. Mas ele o faz, com criatividade e maestria, provocando o riso. O brasileiro, pois não tem outro jeito, cultiva a arte de sorrir cada vez que o Brasil dos Sanguessugas diz não. Charges e dizeres espirituosos, trocadilhos e piadas passam a circular pelas redes sociais. Em vão o brasileiro verbera sem piedade os erros e a pouca-vergonha de nossos governantes, mesmo que não haja retorno gratificante. Marchinhas de carnaval esculhambam com a esculhambação do governo, apesar de nada atingir a quem está blindado pelo poder. “O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso”, reconhece-o a escritora alemã, de origem judaica, Hanna Arendt. Estamos longe de poder dizer como no fecho da canção: “E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho. Como eu sou feliz, eu quero ver feliz. Quem andar comigo, vem Lá - lá - lá- lá - lá...” Nossos políticos não nos deixam brincar de viver, tamanha a sua ambição, tamanha a sua desfaçatez, desfaçatez e ambição quase generalizadas. Historicamente, com seus altos e baixos, picos de euforia e abatimentos de descrença, tem sido sempre assim, independentemente do partido dominante. As mordomias não cessam. Cortar na própria carne significa cortar na carne do cidadão indefeso, na morada desmoronada do pobre. Aqui não é meu lugar. Como não tenho o dom do sorriso aberto e do gargalhar a bandeiras despregadas, abraço a bandeira do Brasil e, em sonhos, na companhia de Manuel Bandeira, “vou-me embora pra Pasárgada: aqui eu não sou feliz, lá a existência é uma aventura”. Levantando outra bandeira, lá desfraldarei a bandeira do Brasil para ser agitada pelos bons ventos. Ventos me levem...  

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