Análise exclusiva feita pela ABMES sobre o resultado do Enamed 2025 aponta, entre outras questões, que o exame avaliou quase 40 mil estudantes e indicou que aproximadamente 70% alcançou os critérios de proficiência e mais de 90% atingiu a nota de corte do ENARE
Documento: ENAMED: diálogo setorial, segurança jurídica e estratégias regulatórias - Daniel Cavalcante
Data: 24/02/2026
Autor: Daniel Cavalcante
Documento: ENAMED: diálogo setorial, segurança jurídica e estratégias regulatórias - Iara de Xavier
Data: 24/02/2026
Autor: Iara de Xavier
Anúncio foi feito pela ABMES durante seminário que reuniu dirigentes educacionais e especialistas para analisar inconsistências metodológicas e impactos regulatórios da primeira edição do exame
Especialistas analisam inconsistências metodológicas, impactos regulatórios e caminhos jurídicos diante dos resultados do exame
Com o encerramento do primeiro mês do ano, a ABMES mantém o acompanhamento contínuo das políticas públicas junto ao MEC e aos órgãos reguladores, especialmente no que tange às atualizações do Enamed
Atribuir ao exame a conclusão de que a formação médica no Brasil é deficiente significa reproduzir narrativas baseadas em interesses corporativistas, que atendem a uma parcela restrita e privilegiada da categoria, em detrimento das reais necessidades da população brasileira
Na edição desta semana, Bruno Coimbra fala sobre os impactos regulatórios do Enamed e do Enare na formação médica no Brasil. Ele destaca os avanços e desafios dessas iniciativas, além das implicações do PL nº 2.294/2024. O texto reforça a importância da avaliação qualificada e da autonomia universitária no aprimoramento da educação médica
Na edição desta semana, Daniel Cavalcante fala sobre as graves inconsistências na divulgação dos resultados do ENAMED 2026, destacando como divergências de dados entre o Inep e as instituições de ensino geraram insegurança jurídica e comprometeram a credibilidade do exame. O texto detalha a atuação da ABMES diante da substituição indevida de insumos e do uso de notas de corte equivocadas, o que forçou o governo a reabrir prazos para manifestação das faculdades de Medicina após o reconhecimento oficial de falhas processuais.