Colunas

29/04/2026 | Por: Bruno Coimbra

Entre o diálogo e a cautela: o novo Grupo de Trabalho e os rumos da oferta de EAD
Nesta semana, Bruno Coimbra fala sobre a instituição do Grupo de Trabalho do MEC para debater os formatos de oferta de cursos de graduação nas áreas de saúde e veterinária, destacando a importância da representação qualificada da ABMES nesse diálogo institucional. Embora celebre a oportunidade de modernizar o ensino com base em evidências e boas práticas, o autor alerta para os riscos da instabilidade regulatória e das pressões corporativistas de conselhos profissionais, defendendo que o debate não limite inovações tecnológicas, mas sim busque um equilíbrio maduro entre qualidade, rigor técnico, liberdade acadêmica e a democratização do acesso à educação superior.

24/04/2026 | Por: Daniel Cavalcante

O fim da presunção absoluta e o esvaziamento das ações coletivas: os verdadeiros efeitos da ADPF 1058 para as instituições de ensino
Nesta edição, Daniel Cavalcante fala sobre a decisão do STF na ADPF nº 1058, que afastou a presunção absoluta de que o intervalo dos professores é sempre considerado tempo à disposição do empregador. Com o novo entendimento, a caracterização desse período passa a exigir prova concreta e análise individualizada de cada caso, o que acaba inviabilizando o uso de ações coletivas pelos sindicatos. Consequentemente, as instituições educacionais precisarão reforçar seu compliance trabalhista para documentar e comprovar a efetiva desvinculação laboral dos docentes durante essas pausas.

22/04/2026 | Por: Bruno Coimbra

Curricularização da extensão: o fim das ambiguidades e a responsabilidade plena das IES frente o novo PNE
Nesta semana, Bruno Coimbra fala sobre a consolidação inegociável da curricularização da extensão no ensino superior, pautada pelo Parecer CNE/CES nº 487/2025 e pelo Novo PNE. Ele destaca que o cumprimento da carga horária é obrigatório para a validade dos diplomas e avaliações do MEC, mesmo em currículos ainda não atualizados. Por fim, alerta que as instituições devem aplicar essas normas imediatamente na prática para evitar sanções regulatórias.

17/04/2026 | Por: Bruno Coimbra

CNPq e integridade científica como política pública
Nesta semana, Bruno Coimbra fala sobre a transformação da integridade científica no Brasil, que deixa de ser um conceito ético abstrato para se tornar uma política pública de governança e compliance estruturada pelo CNPq. Com base na Portaria nº 2.192/2025, o autor destaca que a nova regulamentação impõe uma mudança de paradigma, deslocando a responsabilidade do âmbito estritamente individual para o institucional.

16/04/2026 | Por: Daniel Cavalcante

Novo Plano Nacional de Educação: entre metas ambiciosas e a responsabilidade inadiável das instituições de ensino superior
Nesta semana, Daniel Cavalcante fala sobre a promulgação da Lei nº 15.388/2026, que institui o novo Plano Nacional de Educação para a próxima década. O texto destaca a transição do foco em expansão de vagas para a priorização da qualidade, permanência estudantil e integração com o desenvolvimento socioeconômico. A análise ressalta que as instituições de ensino superior enfrentam agora exigências regulatórias mais rigorosas, transformando as metas do PNE em imperativos estratégicos de gestão.

09/04/2026 | Por: Daniel Cavalcante

A especialização em saúde sob nova regulação: o que muda com a Portaria Interministerial MEC/MS nº 4/2026
Daniel Cavalcante aborda em sua coluna semanal o tema da Portaria Interministerial MEC/MS nº 4/2026, que marca uma mudança de paradigma ao transformar a especialização em saúde no Brasil em um instrumento estratégico de política pública integrado ao SUS. O texto destaca que a nova regulamentação, ao instituir a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde, exige que as instituições de ensino superior alinhem seus projetos pedagógicos às carências assistenciais do país, priorizando a prática em rede em detrimento de modelos puramente teóricos.

08/04/2026 | Por: Bruno Coimbra

A nova PND: entre indução avaliativa e insegurança regulatória
Na edição desta semana, Bruno Coimbra aborda a publicação da portaria que consolida a Prova Nacional Docente (PND) como um instrumento estruturante da formação inicial de professores ao integrá-la ao Enade das Licenciaturas. O autor destaca que essa medida transforma o exame em um mecanismo híbrido de avaliação e seleção, exercendo forte poder indutor sobre os currículos das instituições de ensino superior, embora aponte um paradoxo regulatório devido às incertezas normativas que ainda cercam as novas diretrizes curriculares e o ensino a distância. Coimbra conclui que, apesar de ser um avanço para a valorização da carreira, a implementação da PND exige maior sincronia com as bases legais para garantir segurança jurídica e qualidade na formação docente.

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